(Matéria Forbidden Archeology traduzida por Leandro com trechos
compilados do livro A História Secreta da Raça Humana, para o site
Mistérios Antigos – Os antigos habitantes da Terra)
Esta sabedoria proibida está sendo protegida e escondida de todos nós. A
visão popular atual da presença humana no passado distante é uma
fachada falsa. A verdadeira realidade está lá fora, mostrando prova de
povos e tecnologia avançada milhões de anos antes do que é declarado
sobre a evolução da humanidade no planeta.
Por que o estabelecimento científico e o governo suprimiram e ignoraram
estas notáveis descobertas? De onde eles vieram? Como chegaram aqui?
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Ao estudar a sabedoria proibida nestas páginas, uma verdade
completamente nova irá emergir e se tornar evidente para você… a verdade
que a terra foi visitada ou habitada por humanos modernos usando
tecnologia avançada muito tempo antes do que os livros de história nos
dizem hoje.
A tabela ao lado apresenta a visão científica aceita da evolução neste
planeta. Ela mostra os seres humanos aparecendo na terra cerca de 1.6
milhões de anos atrás, e a civilização humana tendo surgido há apenas
10,000 anos atrás. No entanto, usando métodos científicos convencionais,
várias descobertas demonstram de maneira conclusiva a prova da presença
ou visita de humanos modernos no passado da terra, muito antes do que
esta linha cronológica indica ser possível. A prova é chocante!
Ao aprofundar-mos ainda mais no passado através das diferentes eras, você verá que as evidências continuam a aflorar…
A Era Cenozóica
é a última das quatro maiores eras do período geológico, iniciando cerca
de 65 milhões de anos atrás, e se estendendo até o presente. Ela sucede
o período Cretáceo da era Mesozóica, e é subdividida entre o período
Terciário e o período Quaternário. As características dos tempos
Terciários são estabelecidas em artigos sob os nomes dos vários períodos
(épocas) mais curtos que compõem este período; do mais antigo ao mais
recente eles são respectivamente: Paleoceno, Eoceno, Oligoceno, Mioceno,
e Plioceno.
A visão científica aceita da evolução na Era Cenozóica mostra os seres
humanos aparecendo na Terra cerca de 1.6 milhões de anos atrás, e a
civilização humana há apenas 10,000 anos atrás. No entanto, as
descobertas científicas apresentadas abaixo mostram uma história bem
diferente e chocante.
Esta versão de um objeto semelhante a uma moeda, de uma perfuração de
poço próxima a Lawn Ridge, Illinois, foi encontrada numa profundidade de
37 metros abaixo da superfície. De acordo com informações fornecidas
pelo Serviço de Inspeção Geológica do Estado de llinois, os sedimentos
nos quais a moeda estava contida possuem entre 200,000 e 400,000 anos de
idade… quem deixou esta moeda centenas de milhares de anos antes do
homem civilizado evoluir?
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| Esqueleto Humano Moderno da Tanzânia, mais de 800,000 anos de idade |
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| Vênus de Willendorf, mais de 30,000 anos de idade |
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| Crânio Humano Moderno em Buenos Aires, mais de 1,000,000 de anos de idade |
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| Estatuetas de Nampa, Idaho, cerca de 2 milhões de anos de idade |
Uma pequena imagem humana moldada habilidosamente em barro foi
encontrada em 1889, em Nampa, Idaho. A estatueta provinha do nível de 98
metros de profundidade, numa área de escavação de poços datada da idade
do Plio-Pleistoceno, cerca de 2 milhões de anos de idade. G. F. Wright
comentou, “A imagem em questão é feita do mesmo material que as bolas de
argila mencionadas, tendo cerca de 4 centímetros de comprimento; e é
extraordinária pela perfeição com a qual representa a forma humana…
Tratava-se de uma figura feminina, e tinha as feições naturais nas
partes com acabamento que seriam motivo de honra para os centros
clássicos de arte”. “Ao mostrar o objeto ao professor F. W. Putnam”,
Wright escreveu, “ele imediatamente voltou a atenção para o caráter das
incrustações de ferro sobre a superfície como sendo indicativo de uma
relíquia de antiguidade considerável. Havia manchas de óxido de ferro
vermelho anídrico em áreas protegidas sobre o objeto, as quais não
poderiam ter se formado em algum objeto fraudulento.” Os humanos ainda
não haviam evoluído neste planeta dois milhões de anos atrás. Portanto,
quem criou ou deixou este artefato no passado distante da Terra?
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| Crânio Humano Moderno encontrado na Itália, mais de 3 – 4 milhões de anos de idade. |
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| Concha Entalhada de Red Crag, Inglaterra, entre 2.0 e 2.5 milhões de anos de idade. |
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| Bola de Giz perto de Laon, França, 45 – 55 milhões de anos de idade. |
Na edição de abril de 1862 da The Geologist, constava uma tradução para o
inglês de um intrigante relato de Maximilien Melleville,
vice-presidente da Sociedade Acadêmica de Laon, França. Esta bola de giz
foi descoberta num estrato de linhita do Eoceno Inferior. Com base em
sua posição estatigráfica, se pode lhe atribuir uma data remontando
entre 45 – 55 milhões de anos atrás. Para Melleville, não havia
possibilidade da bola ser um forjamento: Ela é de fato permeada em mais
de quatro quintos de sua altura por uma cor betuminosa escura, que se
funde em direção ao topo num círculo amarelo, o que decerto se deve ao
contato com a linhita na qual estivera tanto tempo imersa. A parte
superior que estava em contato com o lençol de conchas, pelo contrário,
preservou sua cor natural — o branco opaco do giz [...] Quanto à rocha
em que foi encontrada, posso afirmar ser ela perfeitamente virgem, sem
apresentar vestígios de qualquer exploração antiga.
Extraordinário quanto possa parecer àqueles afeiçoados à visão evolutiva
padrão, a evidência associada a esta descoberta sugere que, se humanos
fizeram esta bola, eles deviam estar na França 45 – 55 milhões de anos
atrás. Quem fez e deixou este artefato, criado pelo homem, em nosso
passado longínquo anterior à evolução humana… anterior até mesmo aos
mamíferos herbívoros e carnívoros caminharem pelo planeta?
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| Pilão e Mão de Almofariz na Califórnia, superior à 55 milhões de anos de idade. |
A uma distância entre 460 e 490 metros da boca do túnel, ou entre 65 e
98 metros além da margem da lava sólida, o Sr. Neale viu diversas pontas
de lança de uma espécie de rocha escura, e com cerca de 30 centímetros
de comprimento. Continuando com a exploração, ele próprio encontrou um
pequeno gral de 8 ou 10 centímetros de diâmetro e de formato irregular.
Isso foi descoberto a uma distância de 30 ou 60 centímetros das pontas
de lança. Em seguida, ele encontrou uma grande e bem delineada mão de
almofariz e próxima de um gral grande e bem regular. Todas estas
relíquias foram encontradas na mesma tarde, próximas ao leito de rocha a
uma distância de 70 centímetros umas das outras.
O Sr. Neale declara ser totalmente impossível que estas relíquias possam
ter chegado à posição em que foram encontradas de outro modo,
excetuando-se à época em que o cascalho sedimentou-se e antes da
formação do lençol de lava. Não havia o menor vestígio de qualquer
perturbação da massa ou de qualquer fissura natural nela cujo acesso
pudesse ter sido obtido ou por ali, ou pela vizinhança. A posição dos
artefatos no cascalho próximo ao leito de rocha em Tuolumne, Table
Mountain, indica que eles tinham de 33 a 55 milhões de anos de idade.
Mamíferos herbívoros e carnívoros ainda não tinham nem evoluído no
planeta nessa época. Então, quem trouxe e deixou estes artefatos na
Califórnia quase 50 milhões de anos atrás?
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| Pedra de estilingue de Bramford, Inglaterra, 5 – 50 milhões de anos de idade. |
Mais informações podem ser encontradas no livro A História Secreta da Raça Humana, por Michael Cremo e Richard Thompson
A Era Mesozóica
Ao voltar-mos no tempo, entramos num período da Era Mesozóica que
começou com o surgimento dos primeiros dinossauros na terra, e
terminando com o desenvolvimento das plantas com flores. Os humanos não
apareceriam por pelo menos outros 136 milhões de anos. No entanto, as
descobertas científicas apresentadas abaixo sugerem que civilizações
estavam visitando o passado da Terra e caminhando numa época em que os
dinossauros andavam pelo planeta.
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| Tubo Metálico em Saint-Jean de Livet, França, superior a 65 milhões de anos de idade. |
Y. Druet e H. Salfati anunciaram em 1968 a descoberta de tubos metálicos
semi-ovóides, de formatos idênticos, mas tamanhos diferentes, no
calcário Cretáceo. O leito calcário, exposto numa escavação em
Saint-Jean de Livet, na França, é avaliado como tendo pelo menos 65
milhões de anos de idade. Tendo considerado e eliminado várias
hipóteses, Druet e Salfati concluíram que seres inteligentes viveram 65
milhões de anos atrás. Quem trouxe e deixou estes tubos metálicos na
França mais de 65 milhões de anos antes do aparecimento do primeiro ser
humano?
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| Sola de Sapato de Nevada, datada em 213 – 248 milhões de anos atrás. |
Em 8 de outubro de 1922, o caderno American Weekly do jornal New York
Sunday American publicou um artigo de destaque intitulado “Mistério da
‘sola de sapato’ petrificada”, pelo Dr. W. H. Ballou. Ballou escreveu:
Algum tempo atrás, enquanto explorava fósseis em Nevada, John T. Reid,
destacado engenheiro de minas e geólogo, parou de repente e olhou para
baixo em total perplexidade e espanto para uma rocha perto de seus pés.
Pois ali, numa parte da própria rocha, estava o que parecia ser uma
pegada humana! Uma inspeção mais rigorosa mostrou que aquela não era a
marca de um pé nu, mas que era, aparentemente, uma sola de sapato que se
transformara em pedra. A parte dianteira estava faltando. Mas havia o
delineamento de pelo menos dois terços dela, e em volta deste
delineamento passava um fio costurado e bem definido que tinha, segundo
parecia, colado o debrum à sola. A seguir havia outra linha de costura
e, no centro, onde teria pousado o pé se o objeto tivesse sido mesmo uma
sola de sapato, havia uma reentrância, exatamente como teria sido feita
pelo osso do calcanhar esfregando e desgastando o material com que a
sola havia sido feita. Reid entrou em contato com um microfotógrafo e um
químico analítico do Instituto Rockefeller, que tirou fotos e fez
análises do espécime. As análises eliminaram quaisquer dúvidas quanto ao
fato da sola de sapato ter estado sujeita à fossilização Triássic.
As ampliações microfotográficas são vinte vezes maiores do que o próprio
espécime, mostrando os mais diminutos detalhes da torção e urdidura do
fio, e provando, de forma conclusiva, que a sola de sapato não é uma
semelhança, mas estritamente o trabalho manual do homem. Mesmo a olho
nu, podem ser vistos distintamente os fios e os delineamentos de
perfeita simetria da sola de sapato. Dentro desta borda e em sentido
paralelo a ela, está uma linha que parece ser regularmente perfurada
como que por pontos. A rocha Triássica portadora da sola de sapato
fóssil é hoje reconhecida como sendo datada em 213 a 248 milhões de anos
de idade. Um sapato obviamente moderno, completo com costura, e gravado
no tempo numa rocha Triássica antiga. Que visitante moderno estava
caminhando em nosso passado distante mais de 210 milhões de anos atrás
antes da época dos dinossauros?
A Era Paleozóica
Ao aprofundar-mos no tempo, entramos num período da Era Paleozóica em
que a vida estava evoluindo de formas primitivas, flutuadores errantes
multicelulares no oceano, para grupos avançados em terra. As formas mais
avançadas no final deste período eram anfíbios, insetos, florestas de
pteridófitas, e pequenos répteis. Os humanos não surgiriam por
aproximadamente outros 300 milhões de anos. No entanto, as descobertas
científicas abaixo sugerem novamente de forma mais acentuada que humanos
modernos com tecnologia avançada estavam visitando o passado da Terra e
andando numa época em que as primeiras formas de vida começavam a
aparecer no nosso planeta.
Descobertas do período Carbonífero
Cordão de Ouro na Inglaterra, entre 320 – 360 milhões de anos de idade.
Em 22 de junho de 1844, esta curiosa notícia foi publicada no London
Times: “Poucos dias atrás, enquanto alguns operários trabalhavam para
extrair uma rocha próxima ao Tweed, cerca de 400 metros abaixo do moinho
de Rutherford, foi descoberto um cordão de ouro incrustado na pedra a
uma profundidade de 2,4 metros.” O Dr. A. W. Medd, do Instituto
Britânico de Pesquisas Geológicas, escreveu em 1985 que esta pedra é da
era do Carbonífero Primitivo, com idade entre 320 e 360 milhões de anos.
Quem deixou cair este cordão de ouro nas antigas florestas
pteridófitas, num passado distante quando as formas mais avançadas de
vida no planeta eram anfíbios e insetos?
Corrente de Ouro de Morrisonville, Illinois, 260 – 320 milhões de anos de idade.
Em 11 de junho de 1891, o The Morrisonville Times noticiou: “Uma curiosa
descoberta foi trazida à luz na última terça-feira de manhã pela Sra.
S. W. Culp. Enquanto quebrava um pedaço de carvão para colocá-lo num
balde, ela descobriu, ao despedaçar o carvão, uma pequena corrente de
ouro, incrustada em forma circular, com cerca de 25 centímetros de
comprimento, de artesanato antigo e singular. A princípio, a Sra. Culp
pensou que a corrente tinha caído por acaso no carvão, mas, ao tentar
erguê-la, a idéia dela ter caído ali recentemente se tornou de imediato
falaciosa, pois, quando o pedaço de carvão se quebrou, ele separou-se
quase que na metade, e a posição circular da corrente colocou as duas
extremidades próximas uma da outra, e quando o carvão se separou, o meio
da corrente afrouxou-se enquanto cada extremidade permaneceu presa ao
carvão. O pedaço de carvão do qual foi extraída esta corrente provém
provavelmente das minas Taylorville ou Pana (sul de lllinois), e quase
tira o fôlego pelo mistério de se pensar por quantas longas eras a terra
vem formando estratos após estratos que ocultaram da visão as correntes
douradas. A corrente era de ouro de 8 quilates e pesava 9 gramas.”
Segundo o Instituto de Pesquisas Geológicas do Estado de Illinois, o
carvão em que foi encontrada a corrente de ouro tem de 260 a 320 milhões
de anos. Isto levanta a possibilidade de seres humanos culturalmente
avançados terem estado presentes ou visitando a América do Norte durante
aquela época. Como esta corrente de ouro veio parar no passado distante
da Terra mais de um quarto de bilhão de anos antes dos humanos terem
surgido?
Pedra Entalhada perto de Webster, Iowa, 260 – 320 milhões de anos de idade.
A edição de 2 de abril de 1897 do Daily News de Omaha, Nebraska, trazia
um artigo intitulado “Pedra Entalhada Enterrada em Mina”, que descrevia
um objeto de uma mina perto de Webster City, Iowa. O artigo declarava:
“Hoje, enquanto extraía carvão na mina de carvão de Lehigh, a uma
profundidade de 42 metros, um dos mineiros deparou com um pedaço de
rocha que o intrigou, não sendo ele capaz de explicar a presença dela no
fundo da mina.” A pedra é de cor cinza escura e tem cerca de 60
centímetros de comprimento, 30 centímetros de largura e 10 centímetros
de espessura. Sobre a superfície da pedra, que é muito dura, existem
linhas desenhadas em ângulos que formam diamantes perfeitos. O centro de
cada diamante é um rosto bem feito de um homem velho com uma
reentrância peculiar na testa, que aparece em cada uma das imagens,
todos sendo extraordinariamente parecidos. Dos rostos, todos, exceto
dois, estão olhando para a direita. Quem entalhou e deixou esta pedra no
passado distante da terra?
Xícara de Ferro da Mina de Carvão em Oklahoma, 312 milhões de anos de idade.
Em 27 de Novembro de 1948 o seguinte comentário foi feito por Frank J.
Kenwood, em Sulphur Springs, Arkansas. “Enquanto eu trabalhava na
Estação Elétrica Municipal em Thomas, Oklahoma, em 1912, deparei com um
naco sólido de carvão que era grande demais para ser usado. Quebrei-o
com uma marreta. Esta peça de ferro caiu do centro, deixando a impressão
do seu molde no pedaço de carvão. Stall (um empregado da companhia)
testemunhou a quebra do carvão e viu a xícara cair. Eu investiguei a
fonte do carvão e descobri ser ele oriundo das Minas Wilburton, em
Oklahoma”. Segundo Robert O. Fay, do Instituto de Pesquisas Geológicas
de Oklahoma, a mina de carvão Wilburton tem cerca de 312 milhões de
anos. Que civilização avançada ou visitante estava criando ou usando
potes de ferro em nosso passado, mais de 300 milhões de anos atrás?
Parede de Blocos numa Mina em Oklahoma, pelo menos 286 milhões de anos de idade.
W. W. McCormick, de Abilene, Texas, registrou o relato de seu avô de uma
parede de blocos de pedra que foi encontrada no fundo de uma mina de
carvão: No ano de 1928, eu, Atlas Almon Mathis, trabalhava na mina de
carvão número 5, localizada a 3 quilômetros ao norte de Heavener,
Oklahoma. Esta era uma mina de poço, e nos disseram que ela tinha 3
quilômetros de profundidade. A mina era tão profunda que descíamos nela
de elevador … Bombeavam ar para nós lá embaixo, de tão profunda que ela
era. Certa noite, Mathis estava dinamitando carvão com explosivos no
“recinto 24″ desta mina. “Na manhã seguinte”, disse Mathis, “havia
diversos blocos de concreto estirados no recinto. Estes blocos eram
cubos de 30 centímetros e eram tão lisos e polidos por fora que todos os
seis lados podiam ser usados como espelhos. Todavia, estavam cheios de
cascalho, porque lasquei um deles com minha picareta, e era concreto
maciço por dentro.” Mathis acrescentou: “Quando eu começava a colocar
vigas de madeira no recinto, ele desmoronou, e eu escapei por pouco.
Quando regressei após o desmoronamento, vi que ficara exposta uma parede
sólida desses blocos polidos. Cerca de 90 a 140 metros mais abaixo do
nosso núcleo de ar, outro mineiro deparou com esta mesma parede, ou
outra muito parecida.” O carvão na mina era do Carbonífero, o que
significaria que a parede tinha pelo menos 286 milhões de anos de idade.
Segundo Mathis, os funcionários da empresa de mineração imediatamente
tiraram os homens da mina e proibiram eles de falar sobre o que haviam
visto. Mathis disse que os mineiros de Wilburton também contaram sobre a
descoberta de “um bloco sólido de prata na forma de um barril … com as
marcas das aduelas nele” numa área do carvão datada entre 280 e 320
milhões de anos atrás. Que civilização avançada construiu esta parede?…
Por que a verdade, como em tantos outros casos, foi protegida e
escondida?… Qual a verdade sobre a presença de visitantes humanos
modernos e tecnologia moderna em nosso passado?
Hieróglifos numa Mina de Carvão em Ohio, 260 milhões de anos de idade.
Foi relatado que James Parsons e seus dois filhos exumaram uma parede de
ardósia numa mina de carvão em Hammondville, Ohio, em 1868. Era uma
parede grande e lisa, revelada quando uma grande massa de carvão
destacou-se dela, e em sua superfície, entalhadas em alto-relevo, havia
diversas linhas de hieróglifos. Quem entalhou estes hieróglifos mais de
250 milhões de anos antes dos humanos caminharem pela terra?
Descobertas do período Devoniano
Prego em Arenito Devoniano, entre 360 e 408 milhões de anos de idade.
Em 1844, Sir David Brewster relatou a descoberta de um prego firmemente
incrustado num bloco de arenito da Pedreira Kingoodie (Mylnfield), na
Escócia. O Dr. A. W. Medd, do Instituto Britânico de Pesquisas
Geológicas, indicou recentemente que este arenito é da “idade Inferior
do Antigo Arenito Vermelho” (Devoniano, entre 360 e 408 milhões de anos
de idade). Em seu relatório à Associação Britânica para o Avanço da
Ciência, Brewster declarou: “O bloco em particular no qual o prego foi
encontrado tinha 23 centímetros de espessura, e no processo de preparar o
bloco bruto para polimento, a ponta do prego foi encontrada
projetando-se cerca de 1,5 centímetros (bastante corroída pela ferrugem)
para dentro do ’till’ (argila depositada por geleiras), e o restante do
prego jazendo ao longo da superfície da pedra numa extensão de 2,5
centímetros até a cabeça, que penetrava o corpo da pedra.” O fato da
cabeça do prego estar enterrada no bloco de arenito pareceria descartar a
possibilidade do prego ter sido martelado no bloco após este ter sido
extraído. Esta era uma época em que os anfíbios e insetos eram as únicas
formas de vida dominantes no nosso planeta. Então quem derrubou este
prego que acabou sendo preservado em pedra numa época há mais de 350
milhões de anos antes dos humanos aparecerem?
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| Impressão de Sapato no Xisto de Utah, 505 a 590 milhões de anos de idade. |
Em 1968, William J. Meister, desenhista e colecionador amador de
trilobita, registrou a descoberta de uma impressão de sapato em Wheeler
Shale, perto de Antelope Spring, Utah. Esta reentrância em forma de
sapato e seu feitio foram revelados quando Meister abriu um bloco de
argila xistosa. Claramente visíveis dentro da impressão, estavam os
restos de trilobitas, artrópodes marinhos extintos. A argila xistosa
portadora da impressão e dos fósseis de trilobita é do Período
Cambriano, e deste modo, teria de 505 a 590 milhões de anos de idade.
Meister descreveu a antiga impressão em forma de sapato num artigo
publicado na Creation Research Society Quarterly: A impressão do
calcanhar estava afundada na rocha cerca de um quarto de centímetro a
mais do que a sola. A pegada era nitidamente aquela do pé direito,
porque a sandália estava bem gasta do lado direito do calcanhar de forma
característica. Nesta época da história do nosso planeta não havia
planta ou vida animal em terra, mesmo os mais antigos tipos de peixes
nadando nos oceanos não haviam evoluído. Deve ter sido uma paisagem
estéril que este visitante do passado viu ao caminhar pela terra. Como
ele chegou numa época tão distante do nosso passado?
Descobertas do período Pré-Cambriano
Vaso Metálico em Rocha Pré-Cambriana, mais de 600 milhões de anos de idade.
O seguinte relatório, intitulado “Relíquia de uma Era Antiga”, foi
publicado na revista Scientific American (5 de junho de 1852): Poucos
dias atrás, foi dinamitada a rocha em Meeting House Hill, em Dorchester,
uns 15 metros ao sul da casa de reuniões do Reverendo Hall. A explosão
lançou uma imensa massa de rocha, com alguns dos pedaços pesando algumas
toneladas, e espalhou fragmentos em todas as direções. Entre esses
fragmentos foi encontrado um vaso metálico em duas partes, separadas
pela explosão. Ao juntar as duas partes, formou-se um vaso campanular,
com 12,7 centímetros de altura, 17,7 centímetros na base, 7,6
centímetros no topo, e cerca de 0,3 centímetros de espessura. O corpo
deste vaso tem cor parecida com a do zinco, ou de um metal composto,
havendo nele uma considerável porção de prata. Na lateral há seis
figuras de uma flor, ou buquê, com uma bela decoração em pura prata, e
contornando a parte inferior do vaso há uma vinha, ou grinalda, também
com decoração em prata. A gravação, o entalhe, e a decoração, são feitos
com o requinte da arte de algum hábil artesão. Este vaso curioso e
desconhecido foi extraído pela dinamitação da massa sólida de pedra, 4,5
metros abaixo da superfície.
Segundo um recente mapa norte-americano de levantamento geológico da
área de Boston-Dorchester, a massa de pedra, hoje chamada o conglomerado
de Roxbury, é de idade Pré-cambriana, com mais de 600 milhões de anos.
Pelos relatos convencionais, a vida apenas começava a se formar neste
planeta durante o Pré-Cambriano. Contudo, a julgar pelo vaso de
Dorchester, temos evidência indicando a presença de artesãos em metal na
América do Norte mais de 600 milhões de anos antes de Leif Erikson.
Nesta época da história do nosso planeta não havia vida em terra,
vegetal ou animal. As formas de vida mais avançadas nesta época estéril
da história do nosso planeta eram algas simples, flutuando nos oceanos.
No entanto, de algum modo esta bela peça de arte foi trazida e deixada
para trás, e finalmente enterrada e preservada na rocha antiga.
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| Esfera Sulcada da África do Sul, 2.8 bilhões de anos de idade. |
Mais informações podem ser encontradas no livro A História Secreta da Raça Humana, por Michael Cremo e Richard Thompson
Fonte: (Matéria Forbidden Archeology traduzida por Leandro com trechos
compilados do livro A História Secreta da Raça Humana, para o site
Mistérios Antigos – Os antigos habitantes da Terra)
















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